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sexta-feira, 18 de setembro de 2015

JOSUÉ - UMA FÉ PARA SER IMITADA





Quando a morte bate à nossa porta e leva alguém que tanto amamos, e que dependíamos de seus sábios conselhos, via de regra nos sentimos totalmente desorientados.

Mas não foi o que aconteceu com Josué. Embora a morte tenha levado pessoas tão queridas para ele como Arão, Miriam, e por último seu líder bastante apreciado, Moisés, não ficou sem rumo.

O segredo de sua firmeza era uma fé inabalável em Deus, cultivada em seu coração desde sua mocidade e  aprendida da sabedoria de Moisés. Seu prazer era estar em sua companhia,  perto dele, e por isso "nunca se apartava do meio da tenda" (Êxodo 33:11)

Agora, com mais de 90 anos mantinha a mesma fé, desde aqueles dias tão difíceis na companhia de Calebe, ameaçados de apedrejamento, mas que se postaram firmes ante a incredulidade de mais de 600 mil israelitas.

Apesar da passagem dos anos, Josué estava preparado para receber a ordem de Deus que chegou aos seus ouvidos sem qualquer dúvida:

"Moisés, meu servo, é morto; levanta-te, pois, agora, passa este Jordão, tu e todo este povo, à terra que eu dou aos filhos de Israel". Não era um sonho, uma quimera, um vislumbre. Era a voz de Deus tão amada e conhecida por ele, e como sempre fizera, seria obedecida sem reservas.

Algum tempo depois, com cerca de 110 anos, quando já podia desfrutar das belezas da terra que manava leite e mel, suas últimas palavras ecoam como o mais retumbante brado de vitória: 

"E eis que vou hoje pelo caminho de toda a terra; e vós bem sabeis, com todo o vosso coração, e com toda a vossa alma, que nem uma só palavra falhou de todas as boas coisas que falou de vós o SENHOR vosso Deus; todas vos sobrevieram, nenhuma delas falhou".

Que a fé deste homem extraordinário fale ao nosso coração nestes dias de   incredulidade, onde tantas pessoas duvidam do poder de Deus, descrentes de que a salvação só é possível através da obra de Jesus realizada na cruz do calvário.

Que assim seja.

Orlando Arraz Maz