sexta-feira, 31 de maio de 2013
segunda-feira, 27 de maio de 2013
VIDAS NOVAS PARA CRISTO
NOITE DE MUITA,
MUITA ALEGRIA.

- Amanda

- Natália

- Esther

- Jônatas

- Alice

- D.Benedita

- Saulo
A noite deste domingo, dia 26, foi muito gratificante para os membros da Igreja, e uma alegria imensa para nossa família (pais e avós), pelo batizado de nossa amada neta Esther.
Ainda, bem nova, confessou a Cristo como seu Salvador, e neste domingo, aos 14 anos, desceu às águas do batismo juntamente com outros cinco adolescentes e uma senhora (Alice, Amanda, Natália, Jônatas, Saulo e D. Benedita).
O batismo é uma experiência notável na vida daquele que confessa a Cristo publicamente, como seu Único e Suficiente Salvador.
As águas em si nada mudam, muito menos salvam, mas apresentam um simbolismo magnifico, descrito pelo apóstolo Paulo na sua Carta aos Romanos:
“Fomos, pois, sepultados com ele pelo batismo na morte, para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida” (6:4)
Nossa oração é para que todos cresçam na graça e no conhecimento de Jesus, e sejam livres das contaminações deste mundo.
A Cristo seja Toda Glória por estas sete vidas.
Orlando Arraz Maz
sexta-feira, 24 de maio de 2013
O BOM PASTOR
Histórias bíblicas da minha infância

Lembro-me de muitas histórias bíblicas dos meus dias de criança. Apesar de envelhecermos, elas nunca envelhecem. São como pedras preciosas que refletem suas cores sob a luz do sol, mostrando suas nuances maravilhosas. E como está escrito na própria Palavra de Deus, elas se renovam a cada manhã. Portanto, não há histórias envelhecidas, mas, sim, eternamente jovens.
sexta-feira, 10 de maio de 2013
JAIME, UM IRMÃO QUERIDO
| 23-03-1962 - 07-05=2013 |
JAIME SILVEIRA CHAVES
Este blog deseja homenagear Jaime Silveira Chaves, que partiu para estar com Cristo nesta terça-feira.
Tive o privilégio de conhecer este amado irmão desde sua adolescência acompanhando de perto seu progresso espiritual, e seu crescente amor pelo Senhor Jesus.
Jaime foi criado num lar cristão por pais piedosos, Sr. Abrão e Sra. Alzira, e seus avós são pioneiros do trabalho do Senhor na cidade mineira de Muriaé.
Outro privilégio que desejo compartilhar com meus amigos leitores, foi o de celebrar seu casamento com Rose, no dia 17 de outubro de 1987, cujo esboço da mensagem ainda guardo em meu arquivo.
Jaime amava sua família, esposa, filhos Vitor e Heitor, e seu netinho Miguel. Tanto era seu amor pela esposa, que certa vez apareceu em minha casa, com seus filhos ainda pequenos, com novas alianças.
Desejava renovar seus votos, o que fizemos com muita alegria, invocando as bênçãos do Senhor Jesus.


Jaime era alegre, pois além de ser possuidor da alegria natural, possuía a alegria permanente que só tem os que amam verdadeiramente a Jesus.
Nossa oração é que Rose e toda essa abençoada família receba a consolação dos céus, como escreve o Apóstolo Paulo na sua segunda carta aos Coríntios:
"Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e Deus de toda a consolação". (1:3)
Louvado seja o Senhor Jesus Cristo pela vida de seu filho, que já descansa aguardando o dia da ressurreição.
Que assim seja
Orlando Arraz Maz
quinta-feira, 2 de maio de 2013
SEU MARAVILHOSO OLHAR
John Willard Peterson
Coro da Igreja Presbiteriana de Vila Mariana (IPVM) em 24 de abril de 2011.
SEU MARAVILHOSO OLHAR
Assim eu quis andar,
Até que eu encontrei o amor
Em Seu bondoso olhar.
CORO: Seu maravilhoso olhar!
Seu maravilhoso olhar!
Transformou meu ser todo o meu viver
Seu maravilhoso olhar!
2. Seu corpo vi na rude cruz,
Sofrendo ali por mim,
E ouvi a voz do meu Jesus:
"Por ti morri assim."
3. Em contrição então voltei
À fonte deste amor.
Perdão e paz em Cristo achei;
Pertenço ao Salvador!
Este hino pode ser encontrado no “Hinário para o Culto
Cristão” – nº312.
quinta-feira, 25 de abril de 2013
LÁGRIMAS
Os anos chegaram tão velozes e pesados, que abriu um poço dentro de mim - uma mina de lágrimas.
Elas fluem espontaneamente, basta uma notícia ruim e triste, a doença incurável de um amigo, a morte bruta de qualquer pessoa, mas especialmente crianças indefesas.
Creio que não sou o único chorão entre meus distintos amigos, mas que há uma boa quantidade de gente que chora não restam dúvidas.
Não faz muito, numa confraternização, fui sentar-me à mesa com um querido irmão em Cristo, e o surpreendi chorando. Embaraçado lhe perguntei se ele estava sentindo alguma dor, e logo fiquei inteirado: naquele mesmo dia um menino, filho de um casal de amigos em comum, também fazia anos.
quinta-feira, 18 de abril de 2013
NÃO TEMAS
As palavras acima foram extraídas do livro de Josué 1:9. Foram ditadas pelo Senhor Deus a Josué, com a
finalidade de animar o povo na
travessia do deserto.
Anteriormente o próprio Moisés as transmitira ao povo,
dando-lhes suas últimas instruções (Deut. 31: 6-8). Entretanto, acabara de
falecer aquele que os libertara da escravidão do Egito, conduzindo-os pelo
deserto pelo espaço de quarenta anos.
sexta-feira, 12 de abril de 2013
O INVENTÁRIO DO APÓSTOLO PAULO
“Quando vieres, traze-me a
capa que deixei em Trôade, na casa de Carpo, e os livros, principalmente os
pergaminhos”.
Alguns escritos produzidos
nos cárceres são verdadeiras joias literárias.
Por exemplo, o Peregrino de
John Bunyan, que tem levado incontável número de pessoas aos pés de Cristo, nos
anos em que esteve encarcerado; Watchman Nee , escrevendo inúmeros
artigos que até hoje fortalecem muitos crentes, nos 16 anos de sua prisão na
China, e tantos outros escritos através dos anos.
Entretanto,
há um escritor que ultrapassa a todos os citados, cujos escritos, apesar dos
anos, permanecem como flores frescas e perfumadas colhidas há pouco num jardim.
Trata-se do apóstolo Paulo, o bandeirante de Cristo, cujas cartas produzidas
nas suas prisões, tais como aos Efésios, Filipenses, Colossenses e Filemon,
estão repletas de instruções que não envelhecem apesar dos anos, assim como sua
última carta particular escrita ao seu filho na fé, Timóteo, conhecida como
segunda Carta a Timóteo, todas produzidas nas suas prisões, e que são verdadeiras
obras esculpidas pelas mãos de Deus.
Esta
carta foi escrita numa masmorra, lugar sombrio, profundamente horroroso, e soa
como um cântico de despedida. Huberto Rohden, em seu livro “Saulo de Tarso”
descreve sua prisão: “Como não terá Paulo sofrido naquele subterrâneo úmido e
frio. De nada lhe valiam as tépidas auras primaveris, de nada os fulgores do
estio – lá embaixo era noite eterna e inverno perpétuo. A sua capa, talvez a
única, ficara em Trôade, e ele a manda vir porque lhe faz falta…”.
Embora
o ambiente seja deveras sombrio, nesta carta suas palavras ecoam através dos
séculos, e servem como lenitivo para ajudar aqueles que sofrem perseguições
pela causa do Evangelho de Cristo. Por certo o primeiro a ser animado e
confortado foi Timoteo: “Combati o bom combate, completei a corrida, perseverei
na fé”. “Agora me está reservada a coroa da justiça, que o SENHOR, justo
Juiz, me concederá naquele dia; e não somente a mim, mas certamente a todos os
que amarem a sua vinda”. (vers.7 e 8).
Entretanto,
o que salta aos olhos é o acervo acumulado por Paulo ao longo de 30 anos de
profícuo trabalho: “uma capa, livros e pergaminhos”. Com toda sua erudição,
seria um rabino mais importante que seu mestre Gamaliel, e por certo teria
amealhado fortunas, e desfrutado uma vida nababesca. Mas ele mesmo afirma que
todo esse cabedal foi considerado refugo: “Todavia, o que para mim era lucro,
passei a considerar como prejuízo por causa de Cristo. Mais do que isso,
compreendo que tudo é uma completa perda, quando comparada à superioridade do
valor do conhecimento de Cristo Jesus, meu SENHOR, por quem decidi perder todos
esses valores, os quais considero como esterco, a fim de ganhar Cristo…”
(Filip. 3:7,8) Não sabemos se teve tempo para receber tais preciosidades, pois
sua morte com rapidez se aproximava.
Que este texto nos ensine
grandes verdades, num tempo onde nossas preocupações são tantas, prejudicando
nossa caminhada na senda do evangelho. Acumulamos bens, corremos de um lado para
o outro, vivemos fatigados e mergulhados em nossos interesses, quase nada
restando para o Senhor. Paulo entendeu bem desde o início do seu chamado,
renunciando a uma carreira promissora, e iniciando uma trajetória de
sofrimento, até seu último instante sob a espada do soldado romano.
Seus poucos bens talvez
coubessem em uma pequena mala, mas sua alegria em servir ao seu Mestre
ultrapassou todos os limites, e as almas
que foram salvas e que ainda serão,
fruto de suas cartas escritas, só a eternidade saberá.
“Todavia,
não me importo, nem considero a minha vida de valor algum para mim mesmo, se
tão-somente puder terminar a corrida e completar o ministério que o Senhor
Jesus me confiou, de testemunhar do evangelho da graça de Deus”. Atos 20:24
Que assim seja
Orlando Arraz Maz
quinta-feira, 4 de abril de 2013
A BÍBLIA É SEMPRE ATUAL
Para
os que rejeitam a Bíblia sagrada, vai um pequeno texto que mais parece ter sido extraído de um jornal de nossos dias, ou de um comentarista de televisão:
“Já
pereceu da terra o homem piedoso, e não há entre os homens um que seja justo;
todos armam ciladas para sangue; cada um caça a seu irmão com a rede”.
domingo, 31 de março de 2013
sexta-feira, 29 de março de 2013
O SONHO DA MULHER DE PILATOS
“Não descubrais as vossas
cabeças, nem rasgueis as vossas vestes, para que não morrais, nem venha a ira
sobre toda a congregação” (Lev.10:6).
quinta-feira, 21 de março de 2013
PARECIDOS COM CRISTO
Como um movimento composto de 120 pessoas
cresceu de forma anormal?
Homens e mulheres reunidos em um cenáculo,
com medo das autoridades, logo estão nas ruas para levar avante a mensagem do
Cristo crucificado.
Por certo ainda se falava na crucificação do
Nazareno, e pelas ruas de Jerusalém ainda restavam os vestígios da Cruz. E a
curiosidade crescia a cada dia no povo pelas noticias da ressurreição.
Mas, como cresceu tal movimento?
quinta-feira, 14 de março de 2013
sexta-feira, 8 de março de 2013
DESABAFO
Desculpem-me o desabafo.
Estou cansado de ver tanta
coisa ruim e de morar nesta terra.
Vejo caos por toda a parte,
desde a cidade grande até a pequena.
É gente matando em pleno
estádio de futebol, atirando lança-foguete, tendo o adversário de time como inimigo de guerra.
Vejo pais que estupram filhas
e meninos violentados por religiosos.
Vejo políticos recebendo
propina que descaradamente agradecem a Deus por ela.
Vejo mães descartando seus
filhos recém-nascidos em latas de lixo, caçambas ou lixões.
sexta-feira, 1 de março de 2013
ESPERANÇA
Em Gênesis 3 encontramos um dos diálogos mais impactantes, travado entre Deus, a serpente, Adão e Eva.
Após a transgressão cada um foi questionado por Deus.
A serpente teve sua punição e foi ”amaldiçoada“:
Então o Senhor Deus disse à serpente: Porquanto fizeste
isso, maldita serás tu dentre todos os animais domésticos, e dentre todos os
animais do campo; sobre o teu ventre andarás, e pó comerás todos os dias da tua
vida. (3:14)
A mulher também foi punida por Deus:
À mulher, Ele declarou: "Multiplicarei grandemente o seu sofrimento na gravidez; com sofrimento você dará à luz filhos. Seu desejo será para o seu marido, e ele a dominará".
E ao homem disse:
Porquanto deste ouvidos à voz de tua mulher, e comeste da
árvore de que te ordenei dizendo: Não comerás dela; maldita é a terra por tua
causa; em fadiga comerás dela todos os dias da tua vida.(3:16,17)
O homem teve sua punição e por causa do seu pecado a
terra se tornou maldita.
O que chama minha atenção é que tanto a serpente como a
terra recebeu a maldição da parte de Deus, mas a mulher, não.
A mulher não recebeu maldição,
pois sua descendência não podia ser maldita, pois uma mulher no futuro daria a
luz a um filho que seria o Salvador do mundo, e que viria para esmagar a cabeça
da serpente, o que Jesus fez na cruz.
Maria, a mãe do Salvador, foi bem aventurada, e através
dela todos os que recebem a Cristo como Salvador, também são bem aventurados.
Entretanto, ela jamais poderá ser mediadora entre Deus e os
homens, conforme está escrito em I Tim. 2:5:
“Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem”, pois foi
seu filho quem morreu na cruz, e se tornou Salvador do mundo, inclusive de
Maria, pois no seu “magnificat”, assim ela se expressa:
“Disse então Maria: A minha
alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito exulta em Deus meu Salvador” (Lucas 1: 46,47)
Maria foi bem aventurada, mas seu amado Filho
tornou-se maldito pelo nosso pecado,
“Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós; porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro” (Gálatas 3:13).
A bênção nos alcançou pela obra bendita e vencedora da cruz, a
serpente e a terra foram amaldiçoados, e Deus nos dá uma rica e doce promessa:
“Ali não haverá jamais maldição. Nela estará o trono de Deus e do
Cordeiro, e os seus servos o servirão, e verão a sua face; e nas suas frontes
estará o seu nome. E ali não haverá mais noite, e não necessitarão de luz de
lâmpada nem de luz do sol, porque o Senhor Deus os alumiará; e reinarão pelos
séculos dos séculos”. (Apoc. 22:3,4,5)
Quem não deseja um lugar como esse, sem maldição, onde veremos a face de nosso Salvador, que nos trouxe a bem aventurança da salvação, no
instante em que crermos em sua morte substitutiva na cruz. Basta confessá-lo de
coração e exclamar como Maria:
”A minha alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito exulta em
Deus meu Salvador”.
Que assim seja
Orlando Arraz Maz
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
A DOR
Dedico
esta mensagem ao estimado irmão Francisco Fraga Rodrigues, que convive com a
dor, mas que tem sido um vencedor na força que Deus lhe dá.
Parabéns
pelos seus 80 anos neste 24 de fevereiro de 2013
A
dor
Quando
era pequeno brincava de "esconde-esconde", e encolhido com a cabeça
entre os joelhos, ficava atrás da porta. As outras crianças custavam a me
achar. Era bem divertido, e quando me descobriam era uma verdadeira festa.
Os
anos chegaram e ainda brinco de "esconde-esconde". Quero ficar atrás
da porta, mas não consigo dobrar meus joelhos nem colocar minha cabeça entre as
pernas. Os joelhos não dobram, a rigidez do ombro é uma dificuldade, e ainda, o
espaço entre eu e a porta é pequeno.
Não
é mais uma brincadeira de criança, alegre, prazerosa, feliz. Ela se chama dor.
Hoje quero me esconder, mas não posso. Se tentar, ela me encontra sem demora
num piscar de olhos.
A
dor é bem ingrata e muitas vezes ganha a "brincadeira", ora me
assusta e derruba, ora abate e me deixa triste, sem forças e prostrado. Quero vê-la
bem distante, mas ela sempre quer ficar por perto. Não me larga. É uma
brincalhona de verdade.
Creio
que o rei Davi também conviveu com a dor. Há muitos salmos onde deixa clara tal
circunstância, e em especial no salmo 41: 3 "O Senhor o assiste no leito
da enfermidade; na doença tu lhe afofas a cama".
Por
mais macio que sejam o travesseiro e o colchão, (plumas, palhas, penas), quando
estou com dor se tornam materiais pesados como pedras ou chumbos. E Davi nos
conta o seu segredo. Deus tem os seus recursos para transformar em maciez leitos
de pedras e de chumbos, e com seu amor afofar a nossa cama. Sua presença é
consoladora e animadora mesmo em meio à dor.
Quantos
se desesperam diante da dor, descreem da misericórdia de Deus, e o insultam com
palavras insolentes, muitas vezes eliminando a própria vida. A fé em Deus nessa
hora é a melhor saída e deve sobrepujar a dor, pois o poder das suas mãos se
faz presente como uma rica promessa, sempre afofando o nosso leito.
Já
sei como espantar a minha dor. Quem vai brincar com ela sou eu, e escondido no
"segredo de Deus", duvido que ela me encontre para desanimar-me.
Que
assim seja.
Orlando
Arraz Maz
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
FILHOS DE DEUS
“Veio para o que era seu, mas os seus não o receberam.
Contudo, aos que o receberam, aos que creram em
seu nome,
deu-lhes o direito
de se
tornarem filhos de Deus”(Ev.João 1:11,12)
No Antigo
Testamento encontramos os nomes das doze tribos de Israel estampados nas
vestimentas dos sumo sacerdotes. Eram feitas de quatro cores, a saber: púrpura
que nos lembra de Cristo como Rei descrito no evangelho de Mateus; carmesim,
que nos fala do Servo sofredor retratado pelo evangelho de Marcos; branco, que
nos fala da pureza de Cristo apresentada no evangelho de Lucas, e o azul que
nos fala do Filho de Deus no evangelho de João.
E nesta mesma
vestimenta eram confeccionadas duas ombreiras, que levavam em cada uma o nome
das doze tribos de Israel. Seis de cada lado. E no peitoral, outra peça do
vestuário, doze pedras incrustradas com o nome de cada tribo.
Deus sempre
deu valor ao nome das tribos de Israel, e quando o sumo sacerdote a cada ano entrava
no santuário do tabernáculo e mais tarde do templo, para interceder pelo povo,
o nome das tribos vinha em primeiro lugar e Deus se lembrava de cada uma. As
falhas e imperfeições, as constantes murmurações do povo, e todas as suas
mazelas eram perdoadas e Deus repartia entre o povo as suas bênçãos.
As práticas
exercidas pelos sacerdotes foram abolidas com a vinda de Jesus a este mundo, mas
servem como gloriosas ilustrações para nos ensinar que Ele é o nosso Grande
Sumo Sacerdote, e que ele voltou à presença de Deus onde intercede por aqueles que são seus filhos. O escritor da
carta aos Hebreus assim escreve:
“Pois Cristo
não entrou num santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, mas no próprio
céu, para agora comparecer por nós perante a face de Deus; nem também para se
oferecer muitas vezes, como o sumo sacerdote de ano em ano entra no santo lugar
com sangue alheio, doutra forma, necessário lhe fora padecer muitas vezes desde
a fundação do mundo; mas agora, na consumação dos séculos, uma vez por todas se
manifestou, para aniquilar o pecado pelo sacrifício de si mesmo. E, como aos
homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo depois o juízo, assim também
Cristo, oferecendo-se uma só vez para levar os pecados de muitos, aparecerá
segunda vez, sem pecado, aos que o esperam para salvação”. (Hebreus 9:24-28)
A partir do dia que confessamos a Cristo como Salvador, em nosso
coração trazemos estampado o título de filhos de Deus. Ele nos leva em seu
coração à presença do Pai, nos sustenta
em seus fortes ombros e nos leva em seus braços amorosos. E Deus se compadece
de nossas fraquezas.
“Porque não temos um sumo sacerdote que não possa
compadecer-se das nossas fraquezas;
porém um que, como nós, em tudo foi
tentado, mas sem pecado”.(Hebreus 4:15)
Deus nos vê perfeitos através do seu Filho, e
nosso título de filho não carrega mais a marca dos pecados, pois estes, uma vez
confessados e deixados, foram lançados nas profundezes dos mares, ou colocados
atrás das suas costas, onde jamais serão vistos.
“Eis que foi para minha paz que eu estive em
grande amargura; tu, porém, amando a minha alma, a livraste da cova da
corrupção; porque lançaste para trás das tuas costas todos os meus pecados”.(Isaias 38:17)
Deus tem prazer em nos receber como seus
filhos, olhar para o nosso coração e vê-lo totalmente limpo e purificado no sangue
de Jesus.
Amemos cada vez mais nosso Grande Sumo
Sacerdote que nos leva em seu coração, sustenta-nos em seus ombros e nos seus
braços nos leva em segurança.
Façamos nossas as palavras do hino:
“Jesus, de quem no coração, os nomes do teu
povo estão”,
“Os teus remidos louvarão, Jesus teu santo
nome”
Que assim seja
Orlando Arraz Maz
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
PASTORES BILIONÁRIOS
“Enquanto
estavam ali, chegou o tempo em que ela havia de dar à luz,
e teve a seu
filho primogênito; envolveu-o em faixas e o deitou em uma manjedoura, porque
não havia lugar para eles na estalagem”.
As notícias
recentes veiculadas pela imprensa trazem manchetes de pastores bilionários, até
então não desmentidas por eles, que sem dúvida nos causam verdadeira
indignação, pois contraria frontalmente os ensinos do Senhor Jesus, que nasceu,
viveu e morreu na pobreza.
O apóstolo Paulo escreve aos cristãos da cidade de
Corinto:
“Tende em vós aquele sentimento que houve
também em Cristo Jesus, o qual, subsistindo em forma de Deus, não considerou o
ser igual a Deus coisa a que se devia aferrar, mas esvaziou-se a si mesmo,
tomando a forma de servo, tornando-se semelhante aos homens; e, achado na forma
de homem, humilhou-se a si mesmo, tornando-se obediente até a morte, e morte de
cruz”.
(II Cor.2:5 a 8)
Entre nós viveu como servo,
sem nada possuir, para nos tornar verdadeiros bilionários da graça de Deus.
O texto acima,
que por certo você já leu diversas vezes, assim como eu, leva-me a meditar
nele, trazendo-me muitos pensamentos.
Ninguém se
condoeu de Maria, vendo sua gravidez e suas necessidades tão prementes para dar
à luz seu primogênito. Maria e José, extremamente pobres, sem um lugar digno
para nascer o primeiro filho, vão parar nos fundos de uma estalagem,
precisamente no “estacionamento” onde os animais eram guardados com palhas em
abundância.
Nasceu numa
humilde manjedoura e viveu uma vida de pobreza. Durante os três anos
aproximados que conviveu com seus discípulos, viveu através de dádivas
recebidas. E tudo o que possuía não era seu, era emprestado.
Transcrevo
abaixo o poema que de maneira fiel retrata a vida do Senhor Jesus, por Gióia
Júnior.
Desde a
primeira vez que o li fiquei profundamente impactado por sua
mensagem, e espero que aconteça o mesmo com os novos
bilionários, “pastores”, que vivem da lã de suas ovelhas, aquecidos por
elas, quando muitas nem sequer têm onde morar.
Que assim seja
Orlando Arraz
Maz
Nada era dele
Disse um poeta um dia,
fazendo referência ao Mestre amado:
"o berço que Ele usou na estrebaria,
"o berço que Ele usou na estrebaria,
por acaso era dele? Era emprestado!
E o manso jumentinho,
E o manso jumentinho,
que em Jerusalém chegou montado
e palmas recebeu pelo caminho,
Por acaso era dele? Era emprestado!
E o pão - o suave pão,
Por acaso era dele? Era emprestado!
E o pão - o suave pão,
que foi por seu amor multiplicado
alimentando a multidão
Por acaso era dele? Era emprestado!
E os peixes que comeu junto ao lago,
Por acaso era dele? Era emprestado!
E os peixes que comeu junto ao lago,
ficando alimentado. Esse prato era seu? Era emprestado!
E o famoso barquinho?
Aquele barco em que ficou sentado
E o famoso barquinho?
Aquele barco em que ficou sentado
Mostrando à multidão qual o caminho
Por acaso era seu? Era emprestado!
E o quarto em que ceou ao lado dos discípulos
Por acaso era seu? Era emprestado!
E o quarto em que ceou ao lado dos discípulos
Ao lado de Judas que o traiu, de Pedro, que o negou
Por acaso era dele? Era emprestado!
E o berço tumular, que depois do calvário foi usado
Por acaso era dele? Era emprestado!
E o berço tumular, que depois do calvário foi usado
de onde havia de ressuscitar
Por acaso era dele? Era emprestado!
Enfim, nada era dele!
Mas a coroa que Ele usou na cruz era dele!
E a cruz que carregou e onde morreu,
Por acaso era dele? Era emprestado!
Enfim, nada era dele!
Mas a coroa que Ele usou na cruz era dele!
E a cruz que carregou e onde morreu,
Essas eram de fato de Jesus! "
Isso disse um poeta certa vez,
Isso disse um poeta certa vez,
numa hora de busca da verdade;
mas não aceito essa filosofia
que contraria a própria realidade.
O berço, o jumentinho, o suave pão,
os peixes, o barquinho, a sepultura e o quarto
eram dele a partir da criação;
Ele os criou - assim diz a Escritura;
mas a cruz que Ele usou, a rude cruz,
a cruz tosca e mesquinha,
onde meus crimes todos expiou,
essa cruz não era sua! Essa cruz era minha
Gioia Junior
.
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
A TRAGÉDIA DE SANTA CRUZ - RS
Flores são deixadas na porta da boate Kiss,no centro de Santa Maria(RS),
onde um incêndio na madrugada de domingo provocou a morte de mais de 230 pessoas, a maioria estudantes.
Emerson Souza/Ag.RBS
A morte é impactante. Ficamos
surpresos ao recebermos a notícia de alguém, que sem qualquer enfermidade venha a
morrer. E quando se trata de um familiar, custa-nos a aceitar, e lamentamos
profundamente.
A morte não escolhe idade, muito
menos nível social. Sem ser cortês, entra
no palácio do rei, na mansão do
rico, na casa ou no casebre do pobre . E diante da morte todos sentem a mesma
dor com maior ou menor intensidade, e derramam lágrimas, algumas secas porque
já se foram e não mais existem, outras encharcadas e doloridas.
A tragédia de Santa Maria não foi
diferente. O golpe acertou em cheio o coração de tantas famílias, e de lá para
cá não paramos de chorar ao ouvir inúmeros relatos e fotos de jovens
mortos que mal começaram a viver.
Não é momento para “censurar” os
desígnios de Deus, nem tampouco especular os porquês, e sim elevar nossos
pensamentos em orações pelos familiares e amigos, pois não há palavra capaz de
aliviar tamanha dor.
Penso na tragédia vivida por Jó
pouco depois de um lauto banquete servido entre seus filhos. O relato abaixo nos dá a dimensão
do seu sofrimento:
“Enquanto este ainda falava,
veio outro e disse: Teus filhos e tuas filhas estavam comendo e bebendo vinho
em casa do irmão mais velho; e eis que sobrevindo um grande vento de além do
deserto, deu nos quatro cantos da casa, e ela caiu sobre os mancebos, de sorte
que morreram; e só eu escapei para trazer-te a nova. Então Jó se levantou,
rasgou o seu manto, rapou a sua cabeça e, lançando-se em terra, adorou; e
disse: Nu saí do ventre de minha mãe, e nu tornarei para lá. O Senhor deu, e o
Senhor tirou; bendito seja o nome do Senhor”.(Jó 1:18 a 21)
Num só dia perdeu seus dez filhos – sete homens e três mulheres - e sem
qualquer saída, pois a morte fecha todas, “rasgou seu manto”, “rapou sua
cabeça” e lançando-se em terra “adorou”. Só o Todo Poderoso a quem servia com
sua integridade, poderia trazer-lhe a consolação. A Bíblia não nos dá detalhes
da intensidade do seu sofrimento pela perda de seus filhos, mas sem dúvida a
lembrança de todos eles vieram a sua mente. Imagens em redor da mesa farta, as festas com canções
e instrumentos musicais, ou quando pequenos, embalando-os em seus braços. E em
meio às lembranças evocadas, entre lágrimas e sorrisos, adorou a Deus. Talvez
agradecendo pela vida dos seus filhos, pelo amor desfrutado por eles, pela
companhia tão prazerosa, quem sabe.
Por certo, em meio à dor tão descomunal, é difícil sugerir reação igual
à de Jó, ou mesmo proferir suas palavras.
Entretanto, a postura de Jó diante da dor pode nos ensinar trazendo
consolo diante do horror da morte: entregar-se aos cuidados daquele que entende
a nossa dor, e sabe enxugar dos olhos toda a lágrima.
E nós, que estamos do lado de cá, elevemos nossas vozes em oração,
suplicando ao Deus de TODA consolação que venha em socorro de cada familiar,
pai ou mãe, nesta hora amarga.
Que assim seja.
Orlando Arraz Maz
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
ALEGREM-SE CONOSCO
|
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| “Onde quer que tu fores irei eu: e onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo será o meu povo, o teu Deus será o meu Deus” |
Trata-se dos meus 43 anos de um feliz casamento com Fátima. Quando nos conhecemos estava totalmente careca, vítima de trote acadêmico. Esta foi sua primeira visão. Fico feliz porque aí está o milagre: apaixonar-se por um careca como eu. (Não que tenha preconceito por carecas, mas que é feio não há dúvidas). E eu me apaixonei, e não há milagre nisso porque ela era e é linda, e tinha uma vasta cabeleira.
Assim, estamos prosseguindo o caminho que foi traçado por Deus (não pelo destino). E o texto em destaque no nosso convite de casamento tem se renovado a cada dia:
“Onde quer que tu fores irei eu: e onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo será o meu povo, o teu Deus será o meu Deus”
Percorremos um longo caminho nestes 43 anos, não atapetado de flores, mas coberto de amor, companheirismo, compreensão, superando as poucas fases sombrias, com incontáveis deslumbrantes pores-do-sol.
Deus tem morado conosco. Ele ocupa o centro da nossa casa, embora não o mereçamos, e tem se assentado no trono que está no nosso coração, de onde partem suas instruções ricas, oportunas e sempre abençoadoras.
Durante a trajetória de nosso caminho vieram dois filhos, Méleri e André. Mais tarde Washington entrou em nosso coração, e como fruto de uma união abençoada, chegou a Esther, completando a luminosidade da família. Logo entrará Priscila, e nossa alegria será completa.
Por estes 43 anos rendo a Deus toda a gratidão, e faço minha oração no sentido de juntos prosseguirmos, com o mesmo amor, até que Ele nos leve às mansões celestiais.
Assim, amigos, alegrem-se conosco, pois vocês fazem parte destes 43 anos.
Abraços a todos
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