sábado, 14 de abril de 2018
MEDITAÇÕES PARA UM VIVER FELIZ: BATISMO - UM DIA ESPECIAL
MEDITAÇÕES PARA UM VIVER FELIZ: BATISMO - UM DIA ESPECIAL: “ E disse Felipe: é lícito, se crês de todo o coração. E, respondendo ele, disse: Creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus. M and...
sexta-feira, 13 de abril de 2018
BATISMO - UM DIA ESPECIAL
“E
disse Felipe: é lícito, se crês de todo o coração.
E, respondendo ele, disse:
Creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus.
tanto Filipe como o eunuco, e Filipe o
batizou”.(Atos 8:37,38)
Gostaria de parabenizar o casal Alex e Léo,irmãos em Cristo, que deverão passar pelas águas do batismo no dia 15 de abril, com o desejo das
mais ricas bênçãos de Jesus,sabedoria e forças para andarem nesse “novo e vivo caminho” que lhes foi
aberto na cruz.
O batismo bíblico é um acontecimento
extraordinário na vida de alguém, que entende, crê e confessa Jesus Cristo
como seu Salvador. É uma data que fica marcada pelo resto da vida. Meus pais
sempre contavam do seu batismo e da alegria que sentiram, e muitos anos depois chegou
a minha vez de contar para os meus familiares como foi aquele dia. Agora chegou a vez de Alex e Cléo.
No texto em destaque encontramos um homem que
passou pela mesma experiência, numa viagem de regresso para sua terra. Ele
estava lendo uma passagem no livro do profeta Isaías, e o relato do capítulo 53
chamou sua atenção. Tratava-se do sofrimento de alguém, e ele ficou confuso, se
o escritor se referia a si ou a outra pessoa. Nesse instante chegou Felipe, um
mensageiro enviado por Deus para explicar-lhe. “Então Filipe tomou a palavra e, começando
por esta escritura, anunciou-lhe a Jesus” (Atos 8:35). E o resultado
dessa explanação o levou à descoberta que aquele homem era o Messias, o sofredor morto na cruz onde pagou seus pecados. No mesmo instante creu em Jesus Cristo, e pediu que para ser batizado. “E, respondendo ele, disse: Creio que Jesus Cristo é o Filho de
Deus; mandou parar o carro, e desceram ambos à água, tanto Filipe como o
eunuco, e Filipe o batizou”. E o viajante seguiu sua viagem jubiloso.
O batismo é um ato que nos identifica com
Jesus, e declara de maneira pública que cremos nele como Salvador. Não serve
para nos purificar, nem tampouco para nos salvar. Portanto, é um ato de
obediência à sua Palavra.
O apóstolo Paulo nos ensina, escrevendo sua carta aos
Romanos, que o batismo simboliza nossa morte com Cristo, e ao levantarmos das águas nossa ressurreição, demonstrando um novo viver. “Fomos, pois,
sepultados com ele pelo batismo na morte, para que, como Cristo foi
ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim andemos nós também em
novidade de vida” (Romanos 6:4)
Que nossos amados irmãos ao darem este
bendito passo, possam sair das águas com júbilo, e prosseguir sua jornada neste mundo,
testemunhando que em Jesus há plena e perfeita salvação.
Que assim seja
Orlando
Arraz Maz©
sexta-feira, 6 de abril de 2018
COMO VAI SEU CORAÇÃO ?
O tempo que gastamos em exames
médicos é demasiadamente grande. Hoje, pelo menos, o meu começou às 8:15 e só
terminou uma da tarde. Entretanto, não nos queixamos, pois nossa vida e bem
estar dependem deles. Para veias obstruídas há solução, e uma vez desobstruídas
a vida segue normal.
Todo este tempo dispendido
levou-me a pensar na necessidade de reservarmos um tempo para examinar o nosso
coração espiritual. Pode levar menos tempo do que o coração físico, mas se faz
necessário e urgente.
Mas, para o coração que Deus
aprecia a desobstrução só ocorre quando é injetado o sangue de Jesus.
Figurativamente, é claro, pois as Escrituras nos afirmam que "O sangue de Jesus
seu Filho nos purifica de todo o pecado". (I João 1:7)
Precisamos, sim, examinar o nosso
coração no consultório divino, e deixar Jesus proceder sua purificação. O tempo
que gastamos é bem pouco, o suficiente para nos ajoelharmos diante dele e
confessarmos os nossos pecados. " Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça".(I João 1:9)
Quando o homem deixar seu coração
aos cuidados de Deus, não haverá surpresas desagradáveis, mas abundante paz e
alegria, e a garantia de vida eterna.
Então, entre sem demora em seu
consultório, a porta está aberta, e Ele te espera.
Que assim seja.
Orlando Arraz Maz©
sábado, 31 de março de 2018
CRUZ - A PORTA QUE DEUS FECHOU
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| "Ele não está aqui" |
A cruz foi a porta que Deus
fechou, onde a sua misericórdia para Cristo não podia penetrar. Lá Ele se
sentiu abandonado por Deus, e seu clamor não pode ser ouvido. Entretanto, as
ações de Deus em cumprir as profecias da cruz foram realizadas integralmente.
Alguns detalhes são dignos de nossas humildes observações.
Ao passar por todo o sofrimento
atroz culminando em sua morte, seu corpo foi retirado da cruz por mãos de
seguidores fieis que o amavam. Enquanto os dois malfeitores foram tirados pelos
guardas, provavelmente de maneira brutal e sem piedade, Jesus foi tirado da
cruz, por certo, carinhosamente, pelas mãos de José de Arimatéia. O apóstolo
João em seu evangelho menciona, também, Nicodemos, neste gesto de amor por
Cristo. Deus não permitiu que mãos profanas tocassem aquele corpo santo.
Após a retirada do corpo de
Cristo, tão maltratado e machucado da cabeça aos pés, conta-nos João que
Nicodemos levou cem libras, quarenta e cinco quilos aproximadamente, duma
mistura de mirra e aloés, e juntamente com José de Arimateia o envolveram em
panos de linho com as especiarias. (Ev. de João 19:39,40). A grande quantidade de especiarias indica o grau de afeição pelo
falecido.
Um preparo digno de um Rei, incomparável ante todos os demais que já existiram, pois foi determinação de Deus.
Depois de toda essa preparação, seu corpo foi colocado num túmulo
novo, acompanhado das mulheres ali presentes. : “E deram-lhe a sepultura com os
ímpios, e com o rico na sua morte, embora nunca tivesse cometido injustiça, nem
houvesse engano na sua boca”. (Isaías 53:9).
Mãos
carinhosas levaram o corpo de Jesus e o sepultaram. Enquanto os malfeitores
seriam jogados em valas comuns, com corpos desconjuntados, o mesmo lugar para o lixo da cidade, Jesus foi colocado num túmulo novo, cumprindo-se
assim a profecia de Isaías.
Sim, Deus fechou
seus olhos e não ouviu seu lamento na cruz, mas cumpriu sua Palavra e exaltou
seu Filho na sua morte, demonstrando, assim, seu amor por nós. Ao terceiro dia
o ressuscitou, e triunfantemente saiu daquele túmulo, e após quarenta dias
subiu aos céus onde está hoje.
A misericórdia de Deus não O retirou da cruz, mas alcançou o pecador
que lá deveria ter morrido.
Que neste dia possamos meditar nesse amor inaudito, e deixar que a
verdadeira Páscoa se aloje em nosso coração para sempre, e que a mensagem dos
anjos ressoe constantemente dentro de nós: “Ele não está aqui, mas ressurgiu”.
Que assim seja
Orlando Arraz Maz©
sexta-feira, 30 de março de 2018
CINQUENTA ANOS SERVINDO A CRISTO
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| FACHADA DA CASA DE ORAÇÃO DE JARDIM BEATRIZ SÃO BERNARDO DO CAMPO - SP |
Carta de Deus a uma
igreja que comemora 50 anos:
Olá, estou atento
para todos vocês nesta data festiva.
Vejo alguns se
esforçando na preparação de um programa que me agrada, e que traga bênçãos a
muitas vidas.
Vejo outros que estão
orando, pedindo-me sabedoria e direção para suas atividades, desejosos de que
minha salvação seja recebida por muitas pessoas.
Sem dúvida, esse
pedido muito me honra, pois através dos anos tenho levado muitas pessoas a me
conhecerem neste lugar onde habito.
Tenho feito grandes milagres em muitas
vidas. Há os que nasceram de novo, e passaram a andar nos meus caminhos; há os
que impactaram seus familiares e amigos mudando seus corações, e vivendo uma
nova vida. Há os que ensinaram a minha palavra aos seus filhos, e hoje vejo
famílias abençoadas.
O meu coração se
alegra, pois vejo vidas agradecidas pelas respostas às suas orações, alcançando
vitórias que concedi a muitos de vocês nas enfermidades.
Vi ainda lágrimas de
aflição e desespero sendo derramadas, e prontamente desci para enxuga-las,
dando a cura tão almejada.
Nunca me esqueci de
cada um de vocês, desde o dia que abriram o coração para eu fazer morada. Esta
é uma característica minha, pois tenho a todos gravados nas palmas das minhas
mãos. E como a mãe que não esquece seus filhos, assim sou eu.
Como prometi há mais
de dois mil anos de que estaria com todos os meus filhos, estarei presente não
só nos dias festivos dos 50 anos, mas todos os dias da vida desta igreja, tão
amada por meu Filho que tanto a amou e entregou sua vida por ela.
Estarei ouvindo a
súplica de todos, bem como a intercessão de muitos em favor daqueles que não
estarão em seu aniversário, porque estão com as mãos sem forças e os joelhos
vacilantes para me seguirem.
Continuem intercedendo, pois sou o Deus das
Maravilhas, Maravilhoso é o meu nome, e sei operar grandes coisas.
Não desanimem. Eis
que cedo venho.
Este meu blog já tem 8 anos, e as meditações são publicadas
todas as sextas feiras. Louvo a Deus, pois meu desejo é engrandecê-lo e levar o
conhecimento do Evangelho de Jesus Cristo aos corações.
Hoje desejo homenagear a Casa de
Oração localizada no Jardim Beatriz – São Bernardo do Campo -, que completa 50
anos, com reuniões nos dias 30, 31 de março e 1º de abril de 2018 .
Tive o privilégio de participar
de seus cultos nos primeiros dias, e a honra de conhecer aqueles que fundaram
este trabalho abençoado.
Desejo compartilhar
com os amigos, leitores deste blog, minha alegria, na certeza de que Deus continuará
abençoando esta Igreja até sua volta.
Que as sábias palavras do Apostolo Paulo animem e confortem
o coração de todos os seus membros:
“Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e
constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho
não é vão no Senhor”.(I Cor.15:57)
Que assim seja
Orlando Arraz Maz©
sexta-feira, 23 de março de 2018
EVANGELHO - O PODER DE DEUS
O tema da carta de Paulo aos Romanos é "O Evangelho de
Deus". E com este tema no coração, Paulo inicia uma das cartas
mais profundas do Novo Testamento. Ela é diferente de todas as demais,
pois trata de verdades fundamentais à fé cristã, originadas na pregação do
Evangelho.
O começo de tudo é o Evangelho. Quando a boa semente da
Palavra - o Evangelho - é lançada no coração e frutifica, o poder de Deus se
manifesta e uma nova vida desponta.
Paulo conhecia muito bem tal processo. A voz de Cristo
glorificado ecoou em seus ouvidos e calou fundo em seu coração na estrada de
Damasco e, ao levantar-se, era um novo homem. O poder de Deus se instalara em
sua vida, e a partir daquele dia Paulo tornou-se um verdadeiro arauto do Senhor
Jesus.
Conhecia, finalmente, o poder de Deus revelado no
Evangelho. Só o poder de Deus podia implodir aquele coração, reduzi-lo a
escombros, e num piscar de olhos, colocar em seu lugar um coração de carne. O
milagre do Evangelho!
Até então, Paulo conhecia o poder da religião, das
autoridades, da violência, da calúnia, da maldade, enfim, conhecia
o poder das trevas!
Uma vez prostrado na estrada de Damasco, conheceu o poder
que vinha do céu e que o transformou em um novo homem.
E ninguém melhor do que Paulo para falar deste Evangelho,
que é poder de Deus.
Ao escrever sua carta aos cristãos de Roma, muitos dos
quais conhecia apenas por nomes, deseja escrever-lhes sobre o Evangelho
de Deus, contar-lhes porque não se envergonha deste Evangelho, uma vez que nele
encontrara a paz para o seu coração.
Talvez muitos novos cristãos se envergonhassem da cruz,
considerada loucura para muitos, Paulo desejava animá-los contando-lhes sua
própria experiência. Não me envergonho do Evangelho, pois tenho motivos para
tanto. Querem saber por que? : ele é o poder de Deus para salvação e não há
limites nesse poder. Aquele que fez este universo, o sol, a lua, as estrelas,
também preparou uma tão grande salvação (Hebreus 2.3).
A obra prima de Deus - a salvação – teve seu planejamento
na eternidade e, porque é "poder", desceu dos céus e se concretizou
aqui na terra cumprindo seu propósito de restaurar o homem perdido. E Paulo
podia escrever-lhes com bastante conhecimento, pois este poder o restaurou por
toda a eternidade.
Paulo, ainda pode contar-lhes que este poder não discrimina
as pessoas. Não as seleciona como fazemos com as frutas — boas e ruins -, esse
poder atinge "todo aquele que crê", não vê raça, cor, posição social.
Vê tão somente um coração carente, empedernido.
Como é confortador saber que há um Evangelho que deseja
alcançar toda a raça humana, sem qualquer discriminação. Tanto na sociedade
corrupta do primeiro século, como na sociedade do século 21, onde a
discriminação permanece (brancos e negros, ricos e pobres).
O Evangelho anunciado por Paulo é poder. É vida. É
dinâmico. Enquanto que outros “evangelhos” são anunciados como verdadeiras
mensagens mortas, desprovidas de poder, Paulo declara com entusiasmo que seu
Evangelho é do céu, que chama os homens das trevas para a luz, do poder de
Satanás para o "reino do Filho de Deus".
E, desta forma, Paulo envia sua carta aos cristãos de Roma
com a finalidade de encorajá-los a propagarem esse Evangelho, apresentando a
justiça de Deus segundo o princípio da fé.
Diante de tanto empenho da parte de Paulo e de toda a sua
coragem em desfraldar a bandeira do Evangelho, resta-nos um exame
introspectivo: Como tem sido nossa atuação para com o Evangelho? Temo-lo
encarado com certa leviandade, uma vez que já nos apropriamos dele, somos
salvos e isto nos basta? Quedamo-nos em nossas igrejas e nos limitamos a
anunciá-lo aos perdidos do alto da plataforma?
Muitas vezes o fracasso ronda as mensagens evangelísticas
porque falta convicção plena de que o Evangelho é "poder". Outros se
escondem e se omitem, como que envergonhados e desanimados. A
mensagem que pregam já sai sem vida!
Que tal nos inspirar nas lições do apóstolo? Transformar
nossas mensagens em verdadeiros desafios ao pecador? Falar de Cristo com plena
convicção em todos os lugares (não só do púlpito) e sem qualquer
constrangimento?
Quando o pecador ouvir a mensagem do Evangelho pregado com
intrepidez, com convicção e, sobretudo, com a unção do alto, o poder de Deus
para a salvação vai agir eficazmente, tal qual naquele dia agiu no coração
de Paulo.
Que assim seja
Orlando Arraz Maz©
sexta-feira, 16 de março de 2018
O DIA MAU
O texto acima nos dá a direção
certeira para vencermos todas as circunstancias, e em especial as que vêm no
“dia mau”.
Precisamos estar atentos no
uso da armadura de Deus, como um militar em seu serviço nos tempos remotos, que dela não se
descuidava. Qualquer falha ou distração, o inimigo levaria vantagem.
O “dia mau” vem sem nos dar
prévio aviso. Portanto, toda atenção e cuidado são deveras importante.
E quando o “dia mau” chegar
para nossos filhos, que hoje são pequenos, e que dependem de nós, seus pais?
Talvez muitos pais já tenham partido, e qual o suporte que deixaremos para eles
enfrentarem o “dia mau”?
Sem dúvida, conduzi-los aos
pés do Salvador, e com muito amor falar das Escrituras para eles, e
apresentar-lhes aqueles que enfrentaram os “dias maus” nas suas vidas, e saíram
vencedores. Lembro-me de alguns, e desejo que suas vidas influenciem nossos
filhos, a fim de que vençam os dias maus.
As Escrituras contam a
história verdadeira de Daniel e seus três companheiros. Viviam em
Jerusalém sob o conforto de suas famílias, foram instruídos nos ensinos das
Escrituras do Antigo Testamento, por certo eram assíduos às cerimonias do
Templo, e viviam no temor ao Deus de seus antepassados. Mas o “dia mau” chegou
para eles. Nabucodonozor invadiu Jerusalém, saqueou a cidade e os levou cativos
para a Babilônia. De uma só guinada, tudo mudou: sem amigos, sem o templo, uma
língua estranha, costumes terríveis e deuses por todos os lados com adoração
obrigatória pelo rei.
Para eles este foi o “dia
mau” que se prolongou por longos anos. Embora tudo tenha mudado, o Deus que
conheciam e amavam, para eles era o mesmo na terra pagã e estranha.
Daniel e seus companheiros
rejeitaram a idolatria que dominava o rei e seus moradores, bem como as iguarias da mesa do rei. Os legumes e água foram suficientes, e Deus os
abençoou neste projeto de não se contaminarem. (Daniel 1:12)
Mais tarde, os três companheiros foram
jogados na fornalha ardente, em defesa da fé que professavam, depois de terem presenciado um quarto companheiro com eles na fornalha. De lá saíram ilesos sem quaisquer queimaduras.
(Daniel 3). Anos mais tarde, Daniel pelos mesmos princípios de fé, foi jogado
na cova de leões, e de lá saiu sem qualquer arranhão. (Daniel 6). Nada os
demoveu da fé cultivada na distante Jerusalém, e o amor que nutriam a Deus.
Assim serão nossos amados filhinhos quando o
dia “mau” chegar. Sairão da fornalha, o lugar das provas e dificuldades, dos
ataques e perseguições, mas com a alegria de que caminharam ao lado do Salvador
e foram vencedores. Daí a necessidade de instrui-los aos pés de Jesus.
O “dia mau” também chegou para uma menina
educada sob as leis de Deus, e que vivia em Israel. Pouco sabemos sobre ela,
mas com certeza conhecia o profeta de Deus, Eliseu e seus milagres. Numa das
guerras foi levada cativa para a Síria, como empregada da mulher de um chefe
militar do rei. Tudo mudou em sua vida: língua, costumes, adoração, mas não o
Deus de Israel que trazia no coração.
Ao tomar conhecimento da lepra de seu senhor,
imediatamente recomendou o profeta de sua terra, na certeza de que seria curado
deste mal terrível. E o desfecho milagroso de uma cura plena está registrado nas Escrituras. .(II Reis 5)
A menina, não trazia vingança em seu coração
por se tornar uma cativa, mas demonstrou o amor de Deus. Apontou para o profeta
de sua terra.
Quando o “dia mau” chegar para nossos
filhinhos, já transformados pelo sangue do Senhor Jesus, eles demonstrarão amor
e sem titubear apontarão para a cruz de Cristo, e dirão: “Lá morreu meu
Salvador. Só ele traz cura e garante a vida eterna”.
Portanto, estejamos em paz quanto ao futuro
de nossos filhos frente ao “dia mau”. Façamos a nossa parte em instrui-los aos
pés do Salvador e eles sairão vitoriosos.
Que assim seja
Orlando Arraz Maz©
sexta-feira, 9 de março de 2018
DIABO: MITO OU VERDADE?
Há muitos que não acreditam na existência
do diabo, e afirmam que é invenção da religião para reprimir os impulsos das
pessoas, que com medo deixam de praticar atos maléficos reprovados por Deus e
pela sociedade.
O diabo aprecia essa mentira, pois ele é o seu pai.
É real, sim, e que o diga
Jó, e muito mais o Senhor Jesus Cristo ao ser tentado por ele.
O diabo desejava ser igual a Deus, e,
portanto, foi expulso do céu, e passou a ser inimigo de Deus. Assim, torna-se
inimigo dos homens quando estes se voltam para Deus.
Portanto, o diabo é amigo dos homens, que por sua vez são
inimigos de Deus.
No texto desta meditação, o apóstolo Pedro
escreve para os cristãos que sofriam nas mãos do diabo, e os alerta que ele
"anda em derredor bramando como leão, buscando a quem possa devorar".
É uma imagem assustadora que nos leva a atacá-lo, não com as armas de nossa
inteligência, mas com as armas da fé, da mesma forma como fez o Senhor
Jesus.
O cristão verdadeiro está em foco neste precioso texto. Ele o ataca em todas as áreas de sua
vida, e prefere exatamente aquelas que um dia a poderosa mão de Deus abençoou e
transformou.
Ele é inimigo número um das pessoas
recuperadas, salvas e libertas de suas garras e artifícios. Famílias
foram recuperadas, filhos se tornaram obedientes, empregados produtivos, pais e
mães amorosos, e por aí uma infinidade de melhoras. O diabo não deseja nada
disso e ataca sem parar.
Como leão, busca sua presa.
Como, então, resisti-lo? De onde buscar forças? Com os
recursos da Palavra de Deus, tal qual o Senhor Jesus. O apóstolo tem a receita:
“E o Deus de toda graça, que em Cristo vos
chamou à sua eterna glória, depois de haverdes sofrido um pouco, ele mesmo vos
haverá de reabilitar, confirmar, fortalecer e alicerçar”.
Se o diabo é o deus deste século e cegou o entendimento dos
homens, DEUS é o DEUS de toda a graça que cobrirá cada filho com seu manto
purificador, abrirá seus olhos com a luz de Cristo, e não permitirá sua queda
ante as investidas do diabo.
Que assim seja.
Orlando Arraz Maz®
sexta-feira, 2 de março de 2018
UM LADRÃO NO CÉU
Há muitas promessas na Bíblia, mas esta se
destaca de forma surpreendente.
A história de um dos ladroes crucificados ao lado de Jesus nos
apresenta muitas lições, e derruba muitos mitos criados pela religião.
O ladrão creu que Jesus tinha um reino, e que
voltaria, ressuscitando dos mortos, e que um dia viria para reinar neste mundo. Daí seu pedido: “lembra-te
de mim”. Uma fé digna de ser destacada. Jesus, respondendo prontamente, a recompensou:
“Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso”.
Que esplendida companhia “comigo”; que
rapidez magnifica: “hoje”, e que lugar deslumbrante: “no paraíso”.
A salvação está condicionada ao
arrependimento e a fé, e, portanto, exclui os ritos como a purificação através
de novas vidas, ao purgatório, batismo, à ceia do Senhor, às boas obras, dentre
outros.
Outra lição que aprendemos, é que não há o
sono da alma como muitos erroneamente ensinam, mas, sim, plena consciência na
morte. O malfeitor assim que expirou, entrou num estado de bênção e descanso no
paraíso.
Também aprendemos que a salvação não é algo
universal, ou seja, que Deus terá compaixão de todos. Absolutamente, não. São
somente salvos os que se arrependerem de seus pecados e depositarem sua fé no
Senhor Jesus. E lamentavelmente, o outro malfeitor deixou de crer em Jesus, e,
portanto, não entrou com Cristo no
paraíso.
Por último, não deixemos para crer em nossos
últimos instantes de vida, uma vez que desconhecemos totalmente, mas hoje
mesmo, confessemos a Cristo como nosso Salvador e Senhor, e por certo faremos
companhia ao malfeitor que está com Jesus.
Mesmo pertinho de Jesus, sem crer, alguém
pode ir para o inferno.
De que lado da cruz você está? Perto, crendo
e o paraíso garantido!
Que assim seja.
Orlando Arraz Maz©
sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018
DANIEL NA COVA DOS LEÕES
Uma historia da minha infância:
Meu olhar estava atento para o flanelógrafo da professora. As figuras eram revestidas por uma flanela que aderiam ao quadro, e iam formando a história. Hoje as histórias são contadas nos modernos “data show”, e basta um click para mudar as imagens. Entretanto, nos tempos de minha infância as figuras eram coloridas, de papel com fundo enflanelado.
Neste dia a história era de Daniel na cova dos leões. Ainda moço
foi levado preso de Jerusalém para a Babilônia, e entre os jovens cativos se
destacou por seu temor a Deus, que lhe deu enorme sabedoria. E a professora
colocou a figura do jovem Daniel com sua mala de viagem nas suas costas. Os
anos se passaram e Daniel tornou-se um presidente respeitado de uma das
províncias, cujo rei chamava-se Dario.
As crianças, como eu, estavam curiosas pelo desfecho da história. E a
professora, segurando a próxima figura, mostrou Daniel ajoelhado em seu quarto
orando a Deus. Ele não se curvava aos deuses daquela terra, e nem observava os
decretos do rei que proibiam tal prática. A outra figura mostrava um grupo de
homens movidos pela inveja. Eram os conselheiros do rei informando que Daniel
desobedecia deliberadamente suas leis, e pediam sua punição, que era ser jogado
na cova dos leões. Logo em seguida, a professora colocou mais uma figura no
quadro, mostrando Daniel andando no meio dos leões. Notei que seu semblante era
calmo, e nós, crianças, estávamos mais assustadas do que ele. A professora,
neste ponto da história parece ter lido meu pensamento, e contou-nos que Deus
estava com ele, animando e confortando seu coração.
Quase no fim da história, mais uma figura: o rei no alto da cova, com as
mãos em forma de funil, gritando: “Daniel, servo de Elah, o Deus Vivo! Será que
o teu Deus, a quem tu serves diariamente, pôde livrá-lo dos leões?”. E a nova
figura nos mostrava Daniel respondendo lá do fundo da cova: “Ó caro rei! Vive
para sempre! Eis que o meu Deus enviou o seu anjo, e este fechou a boca dos
leões para que não me ferissem. Pois Elah, Deus, considerou-me inocente aos seus
olhos...” Em seguida, a próxima figura nos mostrava um Daniel sorridente ao
lado do rei.
Os anos se passaram e as crianças desta história envelheceram. Porém, “Daniel
na cova dos leões” é sempre nova e continua a encantar crianças e adultos de
hoje. Ela nos deixa uma lição preciosa: que nossa obediência a Deus esteja sempre
em primeiro lugar sob quaisquer circunstâncias, por mais adversas que estas
sejam. E Deus fará sempre o melhor, pois seu cuidado não falha. O salmista em
um dos salmos, afirma:
“O anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que o temem, e os livra. Provai,
e vede que o Senhor é bom; bem-aventurado o homem que nele se refugia” (Salmo
34:7-8)
Daniel provou a fidelidade de Deus, viu de perto a morte, mas saiu ileso
daquela cova. O impossível acontece quando obedecemos e confiamos nas
providências de Deus.
Daniel honrou a Deus, e Deus por sua vez honra aqueles que lhe são
fiéis.
Que assim seja
Orlando Arraz Maz
sábado, 17 de fevereiro de 2018
CAMINHO SEGURO
“Mostra-me
o teu amor fiel já pela manhã, porque confio em ti.
Mostra-me
o caminho por onde devo andar
porque
minha oração é sincera” .
(Salmo
143:8 Bíblia Viva).
É bastante difícil destacar um versículo dentre os doze deste
salmo.
É como tentar separar
fragrâncias de um perfume ou, ainda, tentar decifrá-las.
O salmista sabe que há um Deus
pronto a ouvi-lo, e esta é a razão porque ele começa com a expressão: “Atende
Senhor, a minha oração; dá ouvidos às minhas súplicas”.
Como é animador ter um Deus à
disposição dos seus filhos. Um Deus que ouve e responde segundo a sua
fidelidade e justiça.
O salmista deseja ouvir sua voz
pela manhã, manifestação sublime da sua graça.
Desejamos ouvi-lo pela manhã?
Então que tal convidá-lo a sentar-se ao nosso lado e deixar que Ele nos fale.
Quanto barulho há durante o
dia, muitos afazeres e compromissos.
Mas pela manhã é o melhor tempo
para nossa alma envolver-se com o clima celestial.
E o salmista queria ouvir sua voz pela manhã. Longe das correrias
do palácio, dos problemas do reino. Queria estar a sós com seu Deus
Maravilhoso.
“Mostra-me o caminho...”
Somente o Deus da graça pode conduzir-nos por um caminho seguro.
No decorrer do dia podemos ficar assustados com os caminhos que
aparecem. Quantas encruzilhadas difíceis!
Ele quer conduzir nossos pés de
forma segura pelo caminho da paz, da proteção, do conforto, da bênção, da
vitória.
Não deixemos para procurá-lo
somente à noite, mas que à noite possamos agradecer-lhe pelos cuidados e
proteção durante o dia, fruto da nossa oração pela manhã.
Que assim seja.
De Meditações nos Salmos
Orlando Arraz Maz ©
sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018
FICA, SENHOR, COMIGO.
“Fica conosco, pois é tarde, e o dia já está
chegando ao fim!”
Então, Ele entrou para ficar com eles. (Lucas 24:29)
Fica, Senhor, comigo. A noite se aproxima, já é tarde.
A escuridão é densa, não há estrelas no firmamento.
Tudo é sombrio à minha volta.
Fica, Senhor, comigo. Toma lugar à
mesa e reparte o pão.
Abençoe a minha casa e faça parte
dela.
Sua presença ilumina a mais
medonha escuridão,
Pois és a própria luz que tudo e
todos resplandece.
Fica, Senhor, comigo. A estrada é
pedregosa,
É abrigo de bandidos que espreitam
no caminho.
Tenho medo, Senhor.
Que mantiveste ao longo da jornada,
E só assim, Senhor, encontro a calma e a paz tão desejadas.
Fica, Senhor, comigo. Lá fora a
noite é fria.
O vento grita bem alto, assusta, e
eu perco toda paz.
Fica, Senhor, comigo.
Por certo, ao raiar de um novo dia,
O sol terá um brilho redobrado,
E a vida fluirá mais bela e radiante.
Fica, Senhor, comigo.
OAM
OAM
sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018
ISMÁLIA COM CRISTO
04/02/1952 - 30/01/2018
“Então
ouvi uma voz do céu, que dizia:
Escreve: Bem-aventurados os mortos que desde
agora morrem no Senhor.
Sim, diz o Espírito, para que descansem dos seus
trabalhos, pois as suas obras os acompanham”. (Apoc.14:13)
Este blog deseja homenagear com todo o carinho,
Ismália, que foi casada com meu irmão José,
caçula dos cinco irmãos, já com Cristo desde 24 de outubro de 1991. Neste último
trinta de janeiro nos deixou, para desfrutar do descanso que Cristo lhe
conquistou na cruz do calvário.
Deixou o filho Estêvão, casado com Angélica,
e os netos Victoria e José; Marília, casada com Anderson e o neto Gustavo, e a
caminho a bisneta Lorena.
Na vida cristã desceu às águas do batismo em
28 de janeiro de 1979, confessando a Jesus Cristo como seu único Salvador e
Senhor, até sua partida. Sempre animada, deu tudo de si para seus filhos e
netos, e aos amigos nunca negou seus favores.
Ismália deixa uma lacuna no meio cristão e
familiar, sem dúvida difícil de ser preenchida, mas deixa, ao mesmo tempo, um
exemplo de guerreira destemida, e mãe devotada. Quando nestes dias há carência
de pessoas com tais nobrezas,
quando famílias estão se esfacelando, o
alento nos vem olhando para vidas como de Ismália.
Resta-nos agradecer a Deus pela sua vida,
embora relativamente curta, mas com raízes profundas e fortes. Que seus filhos,
herança do Senhor, e que foi admiravelmente administrada por ela, colham e
valorizem seus frutos, desejando que seus descendentes os saboreiem com
alegria.
E como nos escreveu o apóstolo do amor, “Bem
aventurados os mortos que desde agora morrem no Senhor”.
A Deus toda a honra e glória pela vida de
Ismália.
Que assim seja.
Orlando Arraz Maz©
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